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terça-feira, 20 de junho de 2017

Elas têm o público aos seus pés


Não é difícil listar as Mulheres famosas (atrizes, modelos, cantoras, celebridades e apresentadoras) que possuem o status de “preferidas” quando o assunto é sobre os pés bonitos que mais agradam a comunidade de podólatras.

Tanto no Brasil como em qualquer outro país os adoradores de pés possuem grupos em redes sociais e participam de fóruns de discussão e sites que colecionam muitas imagens com os pés dessas famosas, seja em fotos ou em videos.

::::::::::::::::::::::::::::::::: texto by doug dink

Quem não é da turma do fetiche não faz a menor ideia do como esse segmento de pés movimenta Likes e buscas pelo Google. O acervo que existe na internet é enorme. Em muitos sites do gênero, colecionadores com fissura nos pés juntam fotos escaneadas de revistas, ou digitais coletadas na rede. Esses colecionadores também caçam com gosto as fotos pessoais dessas famosas em seus perfis de redes sociais. Se a famosa publicar a foto de seu momento na praia, ou de chinelo em casa, e parte dos pés aparecerem - ou melhor ainda - se o próprio pé for o destaque da foto, pode ter certeza que em questão de dias essa foto já estará no banco de dados de muitos dos sites sobre podolatria. Inclusive é sabido que as próprias “artistas” autoras das fotos já sabem muito bem desse tipo de entusiasmo pelos seus pés, e muitas fotos elas produzem com assumido desejo de exibição para serem vistas e admiradas, o que é um instinto natural feminino e ainda mais da profissão que elas exercem.


Ainda falando sobre a prática da “exibição”, saiba que muitos paparazzi (alguns também fetichistas), com suas câmeras e lentes profissionais de alta captura e resolução, já fazem as fotos pensando também nesse segmento de pés. Da mesma forma em que existe o interesse em flagrar a celebridade com roupas de banho, capturando suas curvas e detalhes do corpo, também existe a noção de que os detalhes dos pés alimentam os desejos de um grande público interessado.

Atriz Priscila Fantin em foto de divulgação da peça teatral "Vergonha dos pés".

O colecionismo vale também para imagens em vídeo e aí o desafio é bem maior. Você já parou pra pensar na quantidade de cenas em que atrizes aparecem descalças em filmes e seriados, no planeta? Pois, muitos colecionadores de pés sim. E essa pés-quisa ocorre incansavelmente no mundo todo. Filmes de Hollywood e seriados americanos lideram a lista, mas em cada parte do mundo existem os fetichistas locais que solidariamente capturam e compartilham os pés das celebridades, cada qual de seu país.

No Brasil, temos um enorme acervo em produções televisivas e a quantidades de musas a serem admiradas pelos fetichistas é de excelente nível. No Portal Pé-Tá-Lá existem algumas matérias sobre a presença de cenas, e de tramas completas, envolvendo a podolatria em produções nacionais. Além das reportagens no blog, o Canal Pé-Tá-Lá no Youtube reúne muitos desses registros e aos poucos vai colocando toda sua coleção de arquivos on line. Inscreva-se para acompanhar:



Mas uma outra fonte de pés-quisa e que poucos feet hunters se dão conta está no teatro. Em peças teatrais é muito comum ver atrizes em personagens e situações descalças. E o melhor disso é que estão ali na sua frente, a poucos metros de distância.


Podemos dizer que a ligação dos pés descalços com o palco teatral é quase que sagrada, além de ser bem antiga e praticada em abundância em qualquer parte do mundo.

Tudo começa já nas escolas que preparam atrizes e atores. O clima em locais onde há predominância do estudo das artes cênicas é sempre “despojado” e “à vontade”. Em cursos ou faculdades do segmento não é difícil encontrar estudantes sempre descalços e chinelos. Durante as aulas práticas, a maioria dos exercícios que se realiza durante a formação de um ator é preferencialmente com os pés tocando diretamente o chão. A razão é funcional, pois estando descalço o corpo consegue maior aderência e equilíbrio para realizar movimentos e expressões corporais. Mas também existe quem defenda a questão energética da sola do pé diretamente com o solo, percebendo e acompanhando a vibração do espaço, e assim existe um maior envolvimento com o coletivo.

Atriz Mariana Ximenez durante ensaio, estudando o texto de uma peça.



Podolatria sem neura.

Aproveitando, fica aqui uma dica de podo pra podo: Quer estar perto de pés e perder o medo de assumir seu fetiche? Procure cursos de teatro. A atmosfera do teatro em geral é além de qualquer tipo de preconceito. Falar sobre podolatria, lógicamente que demonstrando respeito, não lhe trará nenhum julgamento severo. O clima do teatro tende a ser o da “abertura de pensamento”. Toda informação é bem vinda, toda curiosidade é positiva. Desde que você não seja um fissurado inconveniente, estar com pessoas do teatro pode ser uma ótima terapia para quem tem bloqueios de envolvimento devido ao fetiche. Mas você também não precisa se expor. Caso você seja do tipo que quer apenas admirar, além de uma vasta opção de perfis dentre as colegas com pés que provavelmente lhe agradarão, muitos exercícios o farão estar perto desses pés, e ainda, oferecer massagens durante ou no final das aulas é o procedimento mais comum que há.

Estudantes de curso de teatro fazem fotos durante a aula.

Pés no palco

Certamente toda atriz passou por experiências de teatro. O hábito de estar descalça em qualquer ambiente desta arte é padrão, pra não dizer obrigatório. Ensaios de teatro, quando estão em suas fases de início de processo, ocorrem com os atores do elenco todos descalços. Muitas produções em suas versões finais, acabam por apresentar os atores com os pés no chão. Convém dizer que este artigo não está vinculando o simples fator “estar desacalço” com uma prospecção inerente de podolatria. Claro que não! Este texto está apenas se propondo a traçar um paralelo de evidências que envolvem uma exposição dos pés desnudos e que certamente desperta uma conexão específica em um espectador que venha a ter o fetiche da podolatria. E é preciso admitir que existem muitos deles, pelo mundo todo.

Atriz Mel Lisboa durante ensaios, fazendo aquecimento.

Clique para ver o acervo completo de fotos e videos de pés.

Voltando ao que foi dito anteriormente. É no teatro e ao vivo que existe um instigante âmbito de apreciação aos pés das atrizes. No teatro há sempre a chance de uma atriz interpretar uma personagem que não use sapatos. Ou que tire os sapatos em cena. Ou que calce meias, ou que esfregue os pés no parceiro, podendo até ter os pés beijados, etc. Tais ocorrências com alusões aos pés são iguais as exibidas na televisão e cinema que os podólatras costumam buscar em arquivos de foto e vídeo. Mas, apreciar uma cena assim pessoalmente é sem dúvida uma satisfação diferenciada. Guardar tal registro em sua memória é um bônus pessoal na complexidade do pensamento de um fetichista.


::::::::::::::::::::::::::::::::: texto by doug dink

Clique no botão abaixo para acessar a segunda parte deste artigo:

VEJA MUITO MAIS FOTOS E VIDEOS 
DE FLAGRANTES DE PÉS NO TEATRO.

CLIQUE AQUI PARA CONTINUAR LENDO A MATÉRIA.


quinta-feira, 4 de maio de 2017

Reality Show e a Podolatria - parte 1


Em 1998 foi o ano de estréia do blog Pé-Tá-Lá que tinha uma clara missão: falar dos pés da mesma forma que se fala sobre qualquer outro assunto.

Até hoje a proposta de todos os textos do blog é simplesmente notar os pés onde quer que eles estejam e o fato é que os pés estão em todo lugar, e em quaisquer situações eles possuem a total capacidade de roubarem a cena. Basta desejar observá-los. E olha que um bom público com esse interesse é o que não falta.

Foi também em 1998 que surgiu – mundialmente - uma proposta de programa com um conceito que muito aguça a mente humana: a curiosidade, precisamente, a curiosidade pelo indivíduo (o outro, e não você).

:::::::::::::::: texto by doug dink

O mundo televisivo iniciava a série de programas tipo reality show, onde todos nós poderíamos assistir, julgar e apreciar o que outras pessoas fazem, quando “vigiadas” 24 horas por dia. O filme O Show de Turman (também de 1998) exemplificou bem como seria a reação das pessoas se tivessem acesso a este poder de observar outras. Na TV, a emissora MTV começou a séria chamada The Real World e como primeiro experimento mostrou que pessoas sendo pessoas são interessantes e entediantes em doses iguais. Em 1999 a TV Holandesa concretizou o que seria o formato definitivo deste modelo, filmando pessoas 24 horas por dia. Nasceu o Big Brother.


E o que isso tem a ver com tema podolatria?

Além da coincidência nas datas de início (do blog e do conceito Big Brother), os reality shows se transformaram em palco perfeito para revelar, quer queira ou não, hábitos e manias dos participantes. Segredos e vontades enrustidas. Caráter e vaidades.

A podolatria é um fetiche essencialmente conduzido pela curiosidade. A maioria dos praticantes possui um olhar enxerido, habituado a procurar um pé que lhe chame a atenção e aguardar que ele (o pé), em algum momento se revele, de preferência desnudo. E na seqüência vem a cobiça em querer tocá-lo, senti-lo... ou ao menos imaginar quão bom seria estar perto dele. Este desejo muitas vezes é secreto dentro de um fetichista. Às vezes por vergonha, ou às vezes por zelo. É uma mania prazerosa de se ter. E para quem exibe os pés é uma vaidade gratificante de se incentivar e defender. Mas todo esse processo cauteloso pode ser facilmente revelado se uma pessoa estiver sob vigília o tempo todo e o seu olhar e suas condutas ingenuamente entregarem sua personalidade fetichista.

Muitos de fato podem não se atentam para isso, mas praticamente em todos os programas estilo reality shows, exibidos no mundo todo, existem participantes homens que são podólatras, e estes literalmente ficam de quatro diante das participantes do sexo feminino que geralmente são escolhidas com o intuito de exibirem sua feminilidade sensual da cabeça aos pés.

Como exemplificação, este artigo se propõe a exibir fatos e cenas coletadas em alguns desses programas, precisamente os que foram exibidos no Brasil.



Uma vez que os participantes são confinados dentro de uma casa está estabelecida a relação que todos terão durante algumas semanas de convívio. Em meio a rotina, horas na academia, o preparo de comida, combinações de jogo, falsidades e muitas brigas, o bom espectador podólatra está ansioso para ver o dia a dia das pessoas simplesmente andando descalças pela casa, ou passando horas a beira da piscina, ou ainda participando das provas que os “brothers” precisam efetuar e que em alguns casos usam os pés e, portanto, recebem close caprichado das câmeras vigilantes.
Se para o espectador fetichista tudo isso já é uma tentação, imagine quando “o fetichista” (assumido ou não) está lá dentro da casa, participando de todas essas atividades.



Em geral um podólatra possui comportamento padrão quando sente o seu objeto de desejo tão próximo a ele. Na vida real, em situações de grupos de escola, excursões, brincadeiras, etc, onde meninos e meninas compartilham momentos de alegria e flertes, o garoto podólatra sente uma liberdade maior em se aproximar dos pés da garota que lhe chama a atenção. Se ele for do tipo mais direto, ele vai automaticamente oferecer uma massagem, ou propor alguma brincadeira em que possa tocar naqueles pés sem levantar suspeitas. Mas o processo pode ocorrer também de forma mais tímida. Nesse caso ele vai criar uma situação em que possa esbarrar nos pés dela, ou vai perseguir aqueles pés com os olhares, querendo até ser flagrado para iniciar um comentário relacionado. E ainda, se a iniciativa for da garota e ela própria colocar os pés no colo dele, aí então tudo fica perfeito para um podólatra iniciar a sua conquista com interesse pelos pés e pela dona dos pés.


Clique para ver o acervo completo de fotos e videos de pés.

Big Brother Brasil

Em 17 edições, e com uma média de 15 participantes por programa, muita coisa já aconteceu dentro daquela casa. E muito pé já agradou bastante a audiência, pode acreditar.
A cada edição a apresentação do elenco é sempre um momento de surpresa para o público. Nas primeiras edições do programa a emissora costumava revelar aos poucos as pessoas selecionadas, exibindo partes de seu corpo em chamadas na TV e pela internet. É evidente que muitos aguardavam fotos de detalhes do rosto, mãos e pés. Pés com tatuagem eram os primeiros a serem revelados nesta etapa.



Dentro da casa, enquanto os “brothers” eram usados de cobaia e timidamente iam descobrindo as proporções que o estilo do programa podia alcançar, o que se observava eram muitas cenas de paquera e amassos, algumas massagens, mas tudo ainda cheio de pudores com a vigilância 24 horas, e por esse motivo, era pouco comum ver qualquer manifestação atrelada a um desejo de fetiche. Foi na edição número 3 que um dos participantes – destemido - não demorou em dizer que olhava e gostava de pés femininos. Seu nome; Dhomini - e sua paquera de pés no programa, muito bem percebida por sinal, foi Sabrina Sato.



Em 2003, quem acompanhava o programa durante a madrugada pôde assistir a primeira cena explícita de podolatria AO VIVO na TV aberta.

No quarto, Dhomini que já flertava com Sabrina disse a ela que estava com vontade de colocar leite condensado nos pés dela e lamber. A bailarina resistiu, mas depois cedeu. A cena em vídeo é muito rara. Mas aqui vai um frame do momento exato do pedido. Em várias outras ocasiões dentro da casa, Dhomini seguiu cobiçando os pés de Sabrina.


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Nota: para quem ficou com vontade ver os pés de Sabrina Sato sendo lambidos, vale o consolo de que isso aconteceu várias vezes depois na carreira de apresentadora que ela firmou. Durante anos ela fez parte do elenco do programa Pânico e momentos semelhantes (brincando com os pés dela) ocorreram algumas vezes na atração. Existem videos disponíveis na internet. Também é famosa na rede a foto em que ela chupa o próprio dedão do pé em um ensaio sensual. E abaixo vai um pequeno depoimento de Sabrina Sato comentando sobre um ex namorado que adorava os pés dela e até possuía uma coleção de fotos particulares de seus pés. Na entrevista ela não revela o nome do ex, mas agora já está fácil adivinhar de quem se trata.


E quando são elas que querem?

Outra situação bastante observada e muito bem vinda para os fetichistas de pés que assistem ao programa é quando são as mulheres que “abusam” da predisposição dos homens em se atirarem aos pés delas. Passar alguns meses em uma casa luxuosa, com sol, piscina e festas só poderia ficar melhor recebendo massagens nos pés (-e tudo grátis!). Pois então, tal cena é uma constante em todas as edições. Para muitas mulheres participantes bastava esticar os pés e fazer algum charminho que logo surgiam os rapazes gentis para fazer massagens. E surgiam aos montes!




Acompanhe o PORTAL Pé-Tá-Lá e em breve você poderá ler a segunda parte desta matéria com mais curiosidades e muitas cenas. 
Venha dar uma espiadinha!

CLIQUE NA IMAGEM ABAIXO PARA VER A SEGUNDA PARTE DA MATÉRIA.

segunda-feira, 24 de abril de 2017

9 verdades e 1 mentira sobre PODOLATRIA


Seu namorado gosta de beijar seus pés?
Você quer entender porque os homens gostam de pés?
Sabe porque o relacionamento com caras que curtem pés são bem mais proveitosos?


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Na onda dos memes de internet é sempre propício também passarmos informações corretas a respeito de temas que para alguns ainda são tabu.

A podolatria possui muitas curiosidades. Conhecer bem do que se trata o fetiche é fundamental para que cada vez mais pessoas entendam o quão gratificante é assumir o fetiche (sem vergonha) ou mesmo aceitar o fetiche do parceiro permitindo-se descobrir as vantagens e satisfações garantidas da prática.

Aqui vão as 9 verdades sobre a podolatria.
E aí? Quem acerta a mentira?

Clique para ver o acervo completo de fotos e videos de pés.
Clique na imagem para ampliar.



RESPONDA NOS COMENTÁRIOS
QUAL É A MENTIRA? 

VOCÊ PODE COMENTAR COM PERFIL DO FACEBOOK, OU NICKNAME, OU ANÔNIMO.

texto by doug dink


terça-feira, 21 de fevereiro de 2017

Podolatria GRÁTIS! É melhor e todos ganham.



Há alguns dias o Portal Pé-Tá-Lá aderiu a onda do meme sobre Raiz versus Nutella e desenvolveu o seguinte Meme:


Com a postagem, o número de seguidores da página subiu mais de 300 em apenas dois dias. O número pode até não impressionar comparado a tantas páginas de podolatria que recebem 500 inscritos por dia, quando postam videos e fotos mais erotizadas de podolatria ou quando tem o apelo de perfis femininos que postam incessantes fotos dos pés em busca de admiradores virtuais, somente.

Mas o Portal Pé-Tá-Lá sempre priorizou o tema de podolatria atrelada ao conteúdo das informações, dicas e episódios notados e comentados no site. O crescimento de seguidores na página sempre ocorreu de forma mais tímida visto que quando o assunto é podolatria, muitos buscam as imagens e satisfação imediata e não necessariamente o texto e a reflexão sobre a compreensão do fetiche.

::::::::::::::::::::: texto by doug dink.

Não há nada de errado em desejar somente ver fotos e videos que incentivam o fetiche dentro de si. O fato é que sempre foi muito menor a quantidade de praticantes que realmente adotam o fetiche como conduta de prazer completo e constante, e não somente como tara de momento. Reconhecer a preferência pelos pés como forma de prazer completo e constante faz com que o próprio desenvolvimento do fetiche na hora de abordar parceiras, ficantes, namoradas e esposas seja muito mais natural e sem medo de reações contrárias, visto que a aceitação pelo fetiche é uma vitória e não um fator de desmerecimento.

Com um meme de cunho crítico e esclarecedor, a adesão de 300 seguidores em 48 horas na fanpage do Portal Pé-Tá-Lá serve – de certa forma - para contemplar todo o trabalho pelo qual o site tem se esforçado desde a sua criação em 2008. 

O fato citado demonstra que dentre os muitos freqüentadores de grupos sobre podolatria na rede, uma boa parte presente e antenada está sim interessada na preservação do conceito positivo do fetiche e não do conceito depreciativo.

Conforme postamos recentemente, a podolatria passa por uma crise de identidade nas redes sociais, ocasionada por diversos motivos, mas o que tem ocorrido com mais freqüência é o fato de muitas pessoas estarem chegando ao universo do fetiche com a compreensão pouco esclarecida sobre a diferença entre “gostar do fetiche” e “realizar o fetiche”.

Gostar do fetiche é desejá-lo como acréscimo na forma de entender uma relação a dois e a intensificação dos prazeres envolvendo ele (fetiche – no caso, os pés) na transa.

Realizar o fetiche é tão somente dizer “ok eu topo”, e a partir daí lidar como uma série de interferências de condições e que não corresponde à mesma intensidade de desejo do parceiro(a).

Quando o meme se propõe a diferenciar podolatria raiz de podolatria nutella, a ideia é contrapor a forma real e honesta com a forma falseada e “enfeitada”. Assim como sugere o conceito originário do meme que vem sendo aplicado a diversas questões e temas pelas redes sociais.

Uma coisa que leva a outra.

Logo de cara o meme diz que podolatria raiz contempla homens que com carinho pelo fetiche querem encontrar suas parceiras para estender este carinho a elas e aos seus pés, enquanto a podolatria nutella agrupa os homens com caráter apelativo que abordam essas mesmas mulheres de forma incisiva para dizer um elogio ao mesmo tempo em que cobram pela atenção delas, fazendo parecer que elas possuem obrigação de alimentarem cada vez mais o fetiche deles.

É de se considerar que o aumento de homens com o fetiche podolatria e que agem desta forma nutella referida se deu e se dá exatamente pelo aumento de perfis das garotas feets que publicam suas fotos, com provocações e dizeres convidativos, e que no entanto não estão na rede para fazerem contatos e sim apenas criar uma leva de seguidores que as elogiem e as notem virtualmente. Talvez isso se explique pelo propósito de uma geração atual que ingenuamente busca reconhecimento virtual em número de seguidores, pois considera isso um suposto status de importância.


Mas verdade seja dita. Na podolatria, e melhor colocando, no mundo do erotismo virtual, este status de importância medida pela quantidade de seguidores não faz muito sentido, visto que para qualquer assunto que trate de erotismo sempre irá predominar a seguinte regra: 

maior desinibição = maior visualização.

Ou seja, quando o assunto é erotismo, o visual pode até chamar mais a atenção, porém nem sempre tem a mesma relevância de notoriedade. Atrai apenas quantidade.

Assim como citado no início deste artigo, sobre o caso ocorrido com a própria fanpage do Pé-Tá-Lá. Não se trata de um site com conteúdo explícito e apelativo, logo a quantidade de seguidores tende a ser modesta, porém os que aos poucos demonstram admiração pelo propósito do site é que de fato representam o seu real valor de importância.

Vale ainda dizer que toda e qualquer mulher tem o seu direito livre de postar a foto que bem entender (ainda que cientes e intencionando provocação). Aos homens (ainda que se sintam injuriados ao constatarem que foram apenas atiçados) caberia certa dose de bom senso em serem mais sutis ao desejarem abordá-las, mesmo que virtualmente. Mas infelizmente esta é uma questão em que sempre haverá este conflito: Machos quando observam Fêmeas que se exibem, eles por instinto acabam por ter atitudes “animalescas” relatadas nas constantes reclamações das mulheres, sobre o teor das mensagens que recebem no inbox.

Garotas Feet e Garotas Feet Profissionais.

É preciso rebatizar a nova leva que adentrou no meio fetichista. É preciso deixar evidente que agora, no universo da podolatria, existem dois grupos de mulheres, com focos semelhantes, mas diferentes.

Nota: o termo Garota Feet surgiu na própria internet, junto a grupos antigos que sempre se comunicaram sobre podolatria e para facilitar a comunicação optaram por chamar as mulheres praticantes do fetiche e na condição de receberem a podolatria de garotas feet; enquanto os homens e adoradores(as) ficaram com a designação de podólatras.


A crítica feita para a atual Podolatria Nutella tem o propósito de deixar bem claro que a podolatria paga não condiz e não acrescenta nada para a essência do fetiche. A podolatria paga é tão somente um jeito de se prestar um serviço para atender a um cliente, como qualquer outro serviço de natureza semelhante. Essa oferta deste tipo de serviço sempre existiu (com pés, seios, bunda, corpo, e o que for) e não é novidade nenhuma. A única novidade é que mais pessoas (mulheres) estão a conhecer sobre podolatria por causa dos vários grupos e adeptos que se manifestam pelas redes sociais, e ao descobrirem o fetiche estão tendendo a apreciar a ideia de que podem ganhar dinheiro (explorando o corpo e preservando partes íntimas) enquanto os caras querem apenas lamber seus pés. Estas são as Garotas Feet Profissionais.

Só que; pensar que os caras pagam, a mulher ganha e a experiência é compensadora é o engano mais comum que ocorre. Sessões pagas de podolatria são repletas de adversidades que devem ser levadas em conta, e o Portal Pé-Tá-Lá já exemplificou bastante desta realidade na postagem indicada a seguir, para quem se interessar em saber:


A queixa constante dos adeptos homens da podolatria e também a queixa implícita no meme é de que as Garotas Feet Raiz parecem estar sumindo do mapa.

Aqui, duas coisas devem ser explicadas:

Primeiro.
As garotas feet sempre existiram em um número muito baixo comparado a quantidade de homens que gostam de pés. As garotas feet são as que descobrem podolatria por conta própria, ou estimuladas por amigos, namorados, ou por matérias em revista ou fotos, etc. São as que se encantam pela proposta da idolatria aos pés e desejam que suas zonas erógenas nos pés sejam infinitamente exploradas a fim de lhes despertar o mesmo tipo de prazer que o podólatra sente ao adorá-los. Uma vez que tomam conhecimento da prática e da existência de parceiros que se dedicam a isso, a relação de busca e troca de afinidades passa a ser tão igual a de qualquer situação de paquera/flerte/namoro.

Segundo.
O aumento do número de garotas feet profissionais é que está fazendo parecer que as garotas feet raiz estão cada vez mais escassas. Hoje em dia, há uma enorme facilidade em encontrar perfis de mulheres buscando pela podolatria, mas atribuindo preço para sessões e encontros. Devido a este comportamento (que predomina no cenário atual), fica parecendo que as mulheres de fato simpatizantes do fetiche e ansiosas em encontrar parceiros é que são as desorientadas.

Este é talvez o maior dos “perigos” que a podolatria tem enfrentado.

Em tempos onde as relações entre homens e mulheres estão cada vez mais modernas, em tempos de chats e aplicativos que possibilitam o encontro causal sem amarras a conceitos morais e com foco na felicidade de se curtir e aproveitar o momento, percebe-se que a opção dos que desejam aproveitar disso tudo mais a podolatria vai ficando para trás e perdendo grandes chances, pois existe esta tendência intitulando que a podolatria se reduz ao experimento de uma atividade a ser paga.

É exatamente contra isso que os podólatras raiz mais reclamam!

Todos os interessados, homens e mulheres, podem e devem realizar encontros e descobrir as sensações da prática com a feliz certeza de que o saldo é positivo para os dois lados. Como em qualquer transa, intensa ou causal, os dois lados saem satisfeitos por igual.

A PODOLATRIA RAIZ NÃO É O ÚNICO JEITO 
DE SE PENSAR NO FETICHE.

MAS É NA PODOLATRIA RAIZ QUE ESTÃO OS PRATICANTES HOMENS E MULHERES QUE SE APROXIMAM, 
COMO EM QUALQUER TIPO DE ATRAÇÃO, 
E COM DESEJO EM COMUM PELO FETICHE.

Se existe a tendência das garotas feet (que agora atribuem valor para algo que outras desejam por simples prazer) é tão somente porque algumas perceberam a brecha existente neste cenário com pouca oferta e grande procura. E conseqüentemente, se esta tendência consegue se sustentar é porque existe o público que escolhe, ou que considera que a investida vale a pena, ou que tem as alternativas cobradas como rara opção para a prática.

O argumento da Garota Feet Nutella.

Antes de qualquer coisa é preciso dizer que praticantes de fetiche não precisam viver se explicando. É definitivamente brochante um fetichista (homem ou mulher) ficar se defendendo. O problema é quando a defesa do(a) fetichista parece querer transformar o seu argumento em razão. É aí que está o erro. Nenhum dos lados tem a razão completa. Ambos os lados necessitam apenas da aceitação, cada qual pelo argumento do outro, e a partir de então é o famoso cada um no seu quadrado.

Existem grupos em redes socais onde o título é direto: “Sessões pagas de podolatria”.

Só pelo nome do grupo fica evidente que ali devem se reunir as pessoas que oferecem e as que aceitam pagar por podolatria. Não faz muito sentido estar nesse grupo a não ser que o seu interesse seja o de escolher algumas das garotas feet profissionais anunciantes para satisfazer o seu fetiche. Ou, como é o caso da maioria, o seu interesse pode ser apenas o de olhar e se contentar com as fotos postadas, sem intenção de aquisição e sem dar trela para discussões. O que não adianta é estar em um grupo com este nome (ou semelhante) e viver a se queixar do preço cobrado ou da falsidade e da superficialidade que o assunto podolatria é tratado dentre os participantes. Por outro lado, em grupos assim o que se observa, e há de se entender como “amarga conseqüência”, é a crítica ao atendimento efetuado e também a aparência dos pés exibidos nas fotos publicadas. 

Neste caso é a vez das anunciantes igualmente compreenderem que estão sujeitas a isso, pois se o grupo é sobre oferta de serviço é natural que os julgamentos e/ou elogios também transcorram de forma sem censura por ali, afinal é o ibope da clientela que faz a fama do produto.


Clique para ver o acervo completo de fotos e videos de pés.

Um fator que talvez poucos se dão conta é que às vezes um grupo ultrapassa 5, 8, até 15 mil membros, mas isso não é porque todos ali ingressaram com interesse. Muitos dos membros são adicionados por colegas ou moderadores - basta um clique no botão convite do facebook e um perfil automaticamente é inserido - e isso faz parecer que a oferta de pessoas é grande, mas muitos nem sabem que fazem parte daquilo. Em verdade nem 15% dos membros participam efetivamente do fórum.

Este fato, de haver poucos participantes (ou sempre os mesmos) dando atenção minguada aos anúncios das garotas feet profissionais nos espaços destinado a elas, faz acontecer um segundo efeito que é quando elas “com empenho profissionais” começam a publicar anúncios em outros grupos onde o interesse é pela podolatria, sem a necessidade de se envolver a condição do pagamento e de mimos.

Nestes grupos (que são diversos) a quantidade de perfis participando e interagindo é bem maior, e é ai que surgem alguns dos embates (alguns infames) que algumas Garotas Feet Pro tentam impor em discussões.

Vejamos alguns deles em vermelho e abaixo as nossas considerações:

1 - Eu sempre gostei de podolatria, faço com muito gosto e cobro sim. Existem várias dominadoras que cobram e escravo que reclama é falso submisso.

A falta de compreensão ao fetiche e suas variantes é sem dúvida a maior causa de atrito entre os praticantes. A podolatria não é um fetiche realizado só por dominadoras, e os homens que querem beijar pés não são todos escravos. Como já foi dito neste texto e em vários outros textos deste blog, a podolatria é naturalmente uma prática de contemplação. Muitos homens podólatras veneram os pés de mulheres com carinho e afeto, desejando excitação e troca de carícias. Existe também, para alguns, o jogo de dominação envolvendo a podolatria, afinal a simbologia de se curvar aos pés de outra pessoa é muitas vezes visto como um ato de submissão e entrega. Mas aí é preciso ter conhecimento de que qualquer fetiche possui variações e a podolatria posssui diversas. Escravos e submissos beijando pés de mulheres dominadoras, sofrendo humilhações e até pagando pra isso, é uma constante dentro de um jogo erótico chamado BDSM. Para o BDSM existem muitos outros fóruns de discussão onde os praticantes já informados estão presentes, compartilhando experiências e buscando parceiros(as). E ainda assim, no BDSM não existem só as dominadoras que cobram. Muitas mulheres dominantes buscam companheiros e formas de relacionamentos, não estando interessadas em ter clientes. Já as que pedem tributo, são chamadas de Dominadoras Profissionais e ao se apresentarem como tal geralmente precisam demonstrar uma boa bagagem de técnicas, pois as práticas completas do BDSM, se feitas de forma leviana, podem causar danos físicos e psicológicos.

Na argumentação 1, está bem claro a necessidade de se dividir e instruir o propósito entre Garotas Feet e Garotas Feet Profissionais. Pois estas do segundo time são as que anseiam ter o status uma Dominadora Profissional, para poder cobrar como ela, mas oferecendo só uma parte dos serviços que ela oferece (a podolatria com dominação). Conseqüentemente serão notadas por cobrar um valor mais baixo e por demonstrarem aptidão mais limitada.

No geral, a comunidade podólatra já as desvendou e as aceitou. Resta elas aceitarem-se a si mesmas, na função que escolheram.


2 - Tudo tem seu preço, nada sai barato nessa vida. Quer podolatria grátis? Vai beijar os pés da sua mãe.

Se você ler este modelo de comentário em um grupo onde o propósito é a venda de sessões de podolatria, admitamos que a razão está do lado da pessoa anunciante. Porém, pelo simples teor notoriamente hostil, você já consegue supor o tipo de caráter que vai encontrar na sua tão sonhada sessão. E se fores adiante, boa sorte!

Agora, sobre tentar referir a prática da podolatria sem envolver dinheiro a algo considerado inviável, eis uma besteira sem tamanho.

É devido a argumentações assim que é preciso sempre reforçar: DESEJAR A PODOLATRIA não condiciona ninguém ao submundo do tesão proibido e que custa dinheiro.

Este artigo já exemplificou acima sobre as Garotas Feet que não são profissionais. São as mulheres que por desejo ao fetiche querem praticá-lo e sabem que muitos homens estão em busca de suas cinderelas reais. Muitos homens e mulheres envolvidos na podolatria desejam a paquera, o namoro e até o casamento. Ou ainda, desejam a curtição, a saída a dois e a simples realização de suas vontades íntimas, como qualquer casal.

Algumas pessoas com afinidades compatíveis possuem a sorte de se encontrarem. Outras usam a internet na esperança correta de localizarem parceiros(as). Convenhamos, a podolatria paga é sempre a última opção.

3 - Cobro sim, porque tenho custos para cuidar dos pés, não existe pedicuro de graça.

... ... ... !!! ... Bom, partindo desta lógica, se uma mulher desejar encontrar um cara com sorriso bonito para beijá-lo na boca, ele pode cobrar pelos valores que lhe foram debitados na consulta ao dentista!
E por aí vai... (risos)

Francamente. Não faz o menor sentido uma garota justificar que vivenciar a podolatria deve ser uma experiência cobrada devido aos custos com pedicuro. O correto seria dizer: “Tenho pretensões de usar os pés como fonte de renda, fazendo sessões, e preciso estar com o material de trabalho em dia para os possíveis clientes”.

Mais uma vez, o que se percebe em demasia nos conflitos atiçados pelo meme “Podolatria Raiz vs. Podolatria Nutella” é a relutância – nutella - em aceitar que ao cobrar uma sessão, a pessoa está estabelecendo a relação de serviço. E por mais que a situação do atendimento lhe seja agradável, assumiu-se diretamente uma obrigação a cumprir, da mesma forma em que se impõe para a outra pessoa, o dever de pagar.

Já na Podolatria Raiz, viva o divertimento! Sem cobranças de nenhuma das partes. E todos certamente sairão felizes.


Em tempo: O meme desenvolvido pelo portal Pé-Tá-Lá não tem intenções de apresentar a exibição dos dizeres como detentor da razão, ditando o certo e o errado. Porém o meme foi sim desenvolvido a partir da contemplação do comportamento de um grupo significativo de praticantes do fetiche reunidos pelas redes socais, e também grupos presencias e afins, e que se manifestam com suas diferentes maneiras de pensar. Considerada a reação do público, chega-se a conclusão de um fato avaliado e registrado.

Em tempo 2: Brincar com o creme de nutella na podolatria, fica uma delícia! Vá em frente.


............................ texto by doug dink

segunda-feira, 16 de janeiro de 2017

Sem medo e sem vergonha de gostar de pés


No dia 16 de janeiro 2017, a atriz Carolina Kasting anunciou em sua fanpage do facebook o término do seu projeto My Daily Feet.

Neste projeto, a atriz se dedicou por dois anos a fazer registros quase diários de seus próprios pés assumindo a sua admiração por essa parte do corpo e unindo sua paixão por fazer fotografias, uma vez que ela própria escolhia enquadramentos e poses cativantes para registrar e exibir seus pés.

::::::::::::::::::::::::::: texto by doug dink

Com essa iniciativa a atriz, que possui respaldo das empresas Globo (dentre elas a maior emissora de televisão e veículos de informação do país) conseguiu espaço garantido para falar sobre os pés em importantes meios de comunicação.

Toda vez que o assunto pés ganha projeção e passa a ser tema de entrevistas e gerador de assunto coligados, o feito é um ponto de importantíssimo louvor para a toda a comunidade de podolatria que existe na rede mundial de conexões on line desde o início da internet, lá no ano de 1997.

Foi com a internet que milhares de podólatras no mundo inteiro puderam enfim perder a vergonha por admirar pés, pois encontraram em todo o globo, simpatizantes da mesma ideia de adoração e explorando infinitas possibilidades de fantasias relacionadas a essa parte do corpo definitivamente sedutora, com suas veias, texturas, dedos, aromas, pele, movimentos, etc.

Até então, o universo da podolatria carregou por anos o preconceito social da “bizarrice” por despertar nas pessoas um misto de nojo com vergonha. Enquanto muitos homens descobriam o fetiche em períodos da infância e cresciam com o desejo amargurado dentro de si, adorando de longe os pés de colegas na escola, no trabalho e até de pessoas da família, o desejo por pés ocorria sempre de uma forma “escondida” da sociedade, com auxílio de atendimentos eróticos de profissionais, e sem possuir uma fonte de informação que pudesse esclarecer que nada havia de errado por sentir atração por pés, uma vez que também existe e pratica-se a atração por seios, bundas, bocas...

Enquanto a internet impressionava o mundo, é audacioso, porém não menos precioso dizer que a podolatria certamente impressionava a internet.


Tudo aquilo que sempre ficou guardado dentro de cada podólatra que nunca tinha com quem compartilhar suas intenções, na internet começou a se juntar de maneira imediata e se organizou com enorme precisão em fóruns de debates, arquivos de imagens, muitos textos confidentes e posteriormente também áudios e videos.

Em termos de “sexualidade” é lógico que hoje em dia o conteúdo relacionado a sexo em todas as suas esferas é praticamente infinito. Tudo o que você quiser procurar, você vai encontrar. Sejam imagens, curiosidades, depoimentos e explicações e também parceiros (as). Mas novamente é honesto dizer que a podolatria foi um dos assuntos percussores que aguardava a existência da internet para enfim despertar milhares de conexões interessadas neste saudável fetiche guardado a sete chaves nos desejos íntimos de tantas pessoas.


Quando o projeto da atriz Carolina Kasting surgiu e imediatamente ganhou fama, boa parte de sua impulsão deveu-se a toda essa atmosfera de adoração ao pé que já estava muito bem consolidada em toda rede mundial. Mulheres que fotografam seus próprios pés e homens fissurados por prestigiá-las já eram presentes e apostos em suas condições de fãs da prática. Empresas produtoras de conteúdo temático já estavam consolidadas, fornecendo arquivos de imagens com pés de todas as características possíveis para serem vasculhados e compartilhados fervorosamente por uma legião de adoradores de pés que não mais precisavam esconder o seu gosto excêntrico, apesar de ainda existirem os que preferem manter a paixão por pés em um nível discreto de conduta. Carolina sendo mulher, atriz e com acesso a importantes meios de comunicação surgiu então parar somar, e para muitos foi como grande musa inspiradora para uma geração – já integralmente conectada – e que agora não vê mais barreiras para falar o que pensa, quer e deseja através do fenômeno das redes socais.

Tal liberdade de pensamento também causou um certo “constrangimento” ainda no início das postagens da página Kasting’s Feet. Isso porque muitos podólatras passaram evidentemente a admirar as fotos, porém com um intuito um tanto abusado de comportamento, deixando comentários descontextualizados nas imagens. Administradores da página chegaram a publicar um comunicado solicitando que as pessoas maneirassem nas palavras, afinal o intuito da proposta não era sexual e sim de apreciação.



Veja abaixo o comunicado divulgado pela Kasting’s Feet e que na época o Portal Pé-Tá-Lá reforçou.



Agora com o final do projeto anunciado pela própria atriz, novas palavras presentes no comunicado oficial “dão a entender” que talvez um dos motivos do encerramento tenha sido um certo descontrole do público pretendido. Em todas as entrevistas que deu, Carolina nunca associou o seu projeto ao fetiche, porém o maior número de seguidores de sua página e interessados nessas entrevistas era oriundo de grupos e sites sobre podolatria.

Veja comunicado escrito pela atriz.


No Portal Pé-TáLá fizemos e compartilhamos com muito agrado duas matérias ajudando a divulgar o projeto de Carolina Kasting. Sabemos que nosso público é basicamente formado por fetichistas e por isso defendemos com respeito o ideal principal da atriz que era falar sobre seu hobbie de fotografar e a adoração por pés como parte do corpo e não como desejo erótico. Elogiamos também que a visão artística das fotos era de fato muito caprichosa e os ângulos escolhidos e clicados condiziam integralmente com a proposta profissional fotográfica.

Mas também é praticamente impossível desassociar a imagem captada – propositadamente dos pés - da intenção de um olhar fetichista, pois a contemplação aos pés é uma das práticas iniciais da podolatria. Os pés possuem naturalmente (e culturamente) o dom de seduzir. Práticas como Feet Hunter (que propicia o costume de espiar pés de forma escondida para registrá-los), e também práticas como Dangling (movimento de balanço do calçado feminino preso ao pé pelos dedos e solto da parte do calcanhar) são situações típicas no universo de um fetichista, pois despertam nele a sensação de querer ir além ao tocar e alcançar os pés cobiçados que o hipnotizaram.

Ou seja, basta existir o foco nos pés para que um processo intenso de desejo comece.

Em ocorrências gerais, a reação do público para qualquer tipo de manifestação artística é imprevisível. A falta de bom senso e a postura inadequada com que cada pessoa, fetichista ou não, vai demonstrar ao ocupar-se em comentar uma foto, artística ou não, não deve ser aceita como conduta generalizada.

Convém lembrarmos que atualmente a podolatria passa por uma fase um tanto perturbada com muitos prós e contras ocorrendo em torno do fetiche. Ao mesmo tempo em que admira-se o fato de muitas pessoas (homens e mulheres) descobrirem sempre mais sobre as delícias desta prática e graças a internet, é bastante incômodo o nível baixo de compreensão ao fetiche que algumas pessoas estão praticando referindo-se a prática como uma simples extensão de um procedimento sexual, malicioso em exagero, ofertado e conquistado custe o que custar.

O projeto My Daily Feet vai deixar saudade em muitos fãs da arte e dos pés de Carolina. E enquanto isso a podolatria segue seu caminho... pisando por várias trilhas... sempre em frente.

Veja as matérias relacionadas:

Carolina Kasting e Angélica conversam em entrevista enquanto fazem várias fotos dos próprios pés. 
Veja vídeo e mais de 30 fotos.

Clique para ver o acervo completo de fotos e videos de pés.


Veja matéria sobre o lançamento do projeto My Daily Feet. O Portal Pé-Tá-Lá foi um dos primeiros sites a divulgar a iniciativa da atriz, já apoiando a ideia e os pés de Carolina.

Visite a Fanpage do Projeto My Daily Feet.
https://www.facebook.com/CarolinaKastingfeet/

Instagram: @kastingfeet


Veja fotos dos pés de Carolina Kasting, selecionadas pelo Portal Pé-Tá-Lá.


















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Publicado por Doug Doug em Sábado, 3 de dezembro de 2016
 
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