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terça-feira, 17 de setembro de 2013

MTV e a Podolatria


::: texto by doug dink

Uma dica para podólatras ainda em tempo de ser aproveitada (até 30 setembro 2013) é a sugestão para acompanharem os últimos dias de vida da MTV Brasil. Todos já devem saber que a emissora vai encerrar suas atividades por questões financeiras e certamente vai deixar muitas saudades para as 3 gerações de adolescentes que puderam curtir, aprender e refletir sobre música, comportamento e política com o estilo despojado do canal. Estilo esse que era representado por iniciativas de programas “diferentes” dispostos a envolver e interagir com o publico jovem e que para isso se valia da personalidade descompromissada (porém nem tanto) de seus badalados porta vozes, os Vjs da MTV Brasil.


Feita essa breve apresentação sobre a MTV, vou direto ao assunto que me fez linkar a podolatria com a emissora. Foi com a pegada ousada da MTV e também com a internet que muitos assuntos polêmicos conseguiram abandonar suas características de tabu junto à sociedade. Dentre esses assuntos, especifico aqui temas como o fetiche e a podolatria.

Foi nesse canal que muitos fetichistas praticantes de hoje tomaram o conhecimento de que suas idéias secretas de intimidades eram comuns a tantas outras pessoas. A partir do momento em que a MTV dava acesso aos jovens para interagir com a sua programação através de cartas, emails e participações ao vivo no estúdio, e sempre se apresentando totalmente respeitosa com o pensamento desses jovens, meninos e meninas se viam dispostos a questionar e compartilhar o que sentiam sem o receio predatório da discriminação.  Essa atitude inclusive saia da televisão e ia também para as rodas de amigos nas escolas e festas. Os assuntos que apareciam sendo comentados na TV que os jovens assistiam agora já podiam ser falados com mais liberdade até no momento da paquera. Sei que nesse momento por exemplo, tem leitores homens concordando com o fato de que sim, ousaram dizer para uma amiga/namorada que tinham vontade incontrolável de beijar os pés dela, afinal, no programa X (que todo mundo via) já fora dito que essa atitude não é bizarra nem esquisita. E sim, é uma tara normal, prazerosa e, principalmente, saudável.
Eu, além de expectador, também tenho uma ligação com a linguagem da comunicação televisiva por motivos profissionais. Puxando de memória, consigo recordar de passagens fundamentais com registros ímpares, quando a MTV realmente inovava no conceito e propunha a abertura de pensamento até então considerados chocantes para as outras emissoras tradicionais. A MTV levou por diversas vezes o assunto sexo e suas inúmeras variações ao ar. Começo por lembrar das inúmeras vinhetas alternativas que o canal exibia no intervalo de sua programação. Essas vinhetas tantas vezes exibiam cenas ainda que modestas de sadomasoquismo e fetichismo. Roupa de couro e mulheres com chicote. Correntes, saltos provocantes, algemas. Os próprios clipes musicais internacionais e nacionais também têm sua dose de importância nessa provocação toda, pois sugeriam incansavelmente uma eroticidade mais ampla em seu mix de conteúdo, acompanhando a evolução do pensamento social mundial.

Quando a MTV estreou o MTV Erótica (1999) para conversar de sexo com os adolescentes e tirar suas duvidas sobre o assunto sem aquele clima de conselho médico, a linguagem libertina se aperfeiçoou. Uma linda Vj com roupas sensuais, deitada em uma cama redonda recebendo convidados e falando da mais natural das ações entre homens e mulheres. As perguntas chegavam ao vivo pelo telefone e aí estava feito o canal aberto. A partir de então sempre foi comum lidar com todo tipo de desejo curioso (principalmente do publico masculino), em relação as belas VJs do canal. Evidente que a freqüência de pedidos mais ousados também sempre ocorreu no meio televisivo através de cartas, mas com a chegada definitiva da internet o público podólatra passou a ser cada vez mais assíduo com solicitações que simplesmente pediam para as apresentadoras mostrarem seus pés e dizer o que achavam de receber beijos e lambidas neles. Babi Xavier foi uma das primeiras apresentadoras desse programa. Lembro de momentos em que além de receber as ligações dos telespectadores com perguntas sobre fetiches, certa vez um dos convidados do programa, o cantor Paulo Ricardo, fez questão de pegar os pés dela e mostrar para as câmeras dizendo como eles eram belos. Babi ficou bastante envergonhada na ocasião, afinal, ainda era o início de um tão aguardado e necessário processo de esclarecimento sobre a abrangência mundial do universo da podolatria.

Outras Vjs também passaram por situações semelhantes. Sabrina Parlatore que definitivamente foi a musa da geração MTV anos 90 ao lado da Vj Cuca, também apresentava programa ao vivo e recebia pedidos inusitados para mostrar os pés. A direção da emissora então bolou uma edição especial do programa Resposta MTV onde o mote era o “strip tease de pés”. Sabrina aparecia a cada bloco do programa tirando gradativamente os sapatos, depois meias e enfim exibindo seus pés desnudos. Podia-se ver mais uma vez o encabulamento da apresentadora com muita vergonha de mostrar os pés. Enquanto era cada vez mais comum o uso de sandálias de salto no dia a dia, ainda se encarava como constrangedor o fato de homens desejarem as mulheres pelos seus pés.

Foi um pouco diferente, tempos depois com a Vj Penélope Nova. Também lendo emails ao vivo ela se deparou com o pedido direto de um fã: “Gosto de pés. Peça para a câmera filmar os seus”. Penélope já fazia um estilo mais desbocada e disparou. “Não vejo graça nisso. Tá virando moda, todo mundo agora quer ver pé. Pé é pé”. Ainda assim ela pôs os pés para fora da bancada e a câmera atendeu ao pedido do email.

E tantos outros programas da MTV que acabavam por esbarrar no fetiche de pés involuntariamente? Qual podólatra nunca assistiu o Mochilão MTV com a expectativa de que iria ver Fernanda Lima andando descalça em uma praia qualquer do Brasil? Ou a certeza de assistir ao Luau MTV também com varias Vjs acomodadas em banquinhos na areia, esticando os pés enquanto os artistas convidados tocavam suas músicas? E ainda todo verão rolava o especial Casa na Praia com mais cenas casuais de pés à mostra de todo o elenco da emissora...
Clique para ver o acervo completo de fotos e videos de pés.


Havia também os programas de namoro (em várias versões) onde toda a timidez dos jovens participantes era colocada à prova diante das câmeras. Será que vai rolar um beijo na boca no final? Bem, enquanto o roteiro dava uma ajudinha sugerindo provas de eliminação entre os candidatos para saber quem seria o felizardo da vez, eu confesso que invejei alguns tantos podólatras que vi participando desses programas e se declarando com beijos e massagem nos pés das candidatas, a fim de conquistaram pontos e serem os escolhidos para o grande momento do ultimo bloco.

Entrando na geração 2000 a MTV resgatou e reformulou o Erótica. Primeiro o programa Ponto Pe com a Vj Penélope e depois o programa MTV Podcast onde duas belas Vjs conversavam com os telespectadores, cada vez mais desprendidas de mitos e tabus em relação ao que se poderia ou não dizer na televisão. Perguntas relacionadas aos pés choviam aos montes. Assim como foram inúmeros os programas em que as apresentadoras fizeram descalças e de pernas esticadas sobre uma cama. As Vjs da vez eram Titi Müller e Kika Martinez, porém justo no programa que foi inteiro dedicado ao tema fetiches e taras, as duas (que estavam de meias nesse dia) se encabularam com as perguntas e esconderam os pés na hora em que um dos participantes começou a dar seu depoimento confiante, afinal, em plena era da internet, já havia se concluído o processo em que o telespectador passou a levar a informação para a TV, e não mais o contrário.

Mas voltando a frase do inicio deste texto. Por que a sugestão fetichista de se acompanhar os últimos dias da MTV? Simples. Acontece que a emissora está com uma série de especiais em que diversos ex-Vjs estão gravando o MY MTV relembrando seus melhores momentos na empresa. Junto aos relatos dos apresentadores muitas cenas estão sendo reprisadas para ilustrar tais ocasiões. Evidente que não se trata de um especial “só pra agradar fetichista” então muitos dos programas que você poderá rever não contém nada além de música, moda, universo pop, comedia e tantos outros temas tão freqüentes do canal. Porém entre uma lembrança e outra alguns registros como estes que eu citei acima podem aparecer, mesmo que em rápidos flashbacks.  

Você também pode conferir muitas cenas registradas e compartilhadas pela internet entre a própria comunidade fetichista/podólatra nesses vinte e tantos anos. Há um bom material de vídeo e fotos espalhados por aí, pelos apreciadores do meio. Aqui no blog pé-tá-lá eu deixo alguns registros que pude encontrar e espero em breve conseguir tempo para publicar mais cenas do acervo do blog. Eu diria inclusive, cenas raras, já que com o fim da MTV anunciado, tudo isso agora ficará como um pé no passado.

by doug dink

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segunda-feira, 1 de agosto de 2011

Podolatria não é caso de polícia.


Podolatria não é caso de polícia.

by doug dink

Tem vezes que é bem tedioso ficar repetindo e defendendo a simples aceitação do fetiche podolatria como uma prática comum, gostosa e incrivelmente saudável para as relações entre casais.

Na verdade, a melancolia está na constatação de que: aquela que se diz “sociedade moderna” ainda é cheia de preconceitos e está muito distante do dia em que será formada por pessoas que sabem se desprender de tabus incoerentes, e pessoas que possuem a mente aberta para a convivência harmoniosa e respeitosa entre “as partes” diferente de um mesmo todo.

Também acho que estender por mais de dois parágrafos esse assunto de “defesa pelo fetiche” vai atribuir ao texto o mesmo tom de chatice que estou acusando, e é por isso que já estou encerrando a introdução dessa pauta.

A coisa toda é bem simples!
Ser podólatra é legal. É privilégio, inclusive, pois dá ao praticante uma opção de diversão e prazer visual no dia-a-dia, paquerando pés (ou parte deles) em sandálias, chinelos, fotos de revista, na rua, na escola, no trabalho...

Um bundólatra por exemplo, não tem essa chance. Seu prazer de “comer com os olhos” se encerra na costura de uma calça, ou no pano de uma saia.

A podolatria também é privilégio porque torna você um cara especial numa transa. Um cara que curte um bom tempo de preliminares e que sabe lisonjear uma mulher começando por adorar seus pés!!! UAU!

É fato, que existem casos extremos. Mas aí a questão é outra. A patologia existe quando a balança entre tara e vontade não anda lá bem ajustada. E isso se aplica a todo e qualquer fetiche ou conduta, seja ela erótica, metódica, psicótica, viciosa, paranóica, etc.

Tá vendo? É só tentar “se explicar” com termos técnicos que o assunto já cansa. E eis que achamos o X da questão. Falar de fetiche erótico é e sempre deverá ser tão bom quanto falar a vontade de sexo, pois um é parte primordial de outro. A explicação que nunca vou me cansar de repetir para curiosos e desavisados é: podolatria é diversão garantida para o prazer com uma série de zonas extras promovendo muito mais excitação*. (*reflexologia e do in, podem explicar melhor, vá ler sobre!)

Qualquer outra atribuição malfadada que se dá ao fetiche e aos seus praticantes é carente de um conhecimento adequado. Falar que é parafilia sem esmiuçar as condições notóriamente excitantes de uma cena podólatra é preguiça, em geral de jornalistas com formação suspeita - e pior ainda - rotular uma adoração aos pés com termos " bizarro" e "nojice" é ignorância pura.

Recentemente está em pauta a notícia do “podólatra que ameaçou a jornalista”. Aconteceu com a repórter funcionária de uma afiliada do SBT, no sul do país. Ela passou a receber bilhetes anônimos elogiando seu programa e seus pés. Os bilhetes ficaram mais constantes, exigindo um retorno de atenção e pedindo que a repórter exibisse mais os seus pés com a ordem de que as unhas estivessem pintadas à francesinha. Quando um dos bilhetes trouxe a mensagem de ameaça, a emissora preferiu afastar a repórter e a polícia foi acionada.

É preciso dizer com certo ALARDE que se trata de um caso atípico envolvendo o universo da podolatria. Também vamos deixar bem evidente que notícias sobre maníacos que criam obsessões, elegem musas de adoração e às vezes conduzem seu apreço para desfechos de fanatismo com atos condecorados de violência são corriqueiras no mundo todo, e, em geral, a constatação que se tem desses “perseguidores” atrelando suas motivações às condutas eróticas e/ou fetichistas nem sempre é a chave do problema. Ou seja, casos assim podem se originar a qualquer momento, de qualquer pessoa, por qualquer razão. Apontar o fetiche como desvio da postura adequada do facínora é mero detalhe secundário.

Fetiches em geral devem ser encarados como enzimas para uma relação erótica. Pessoas de bem sabem curtir um fetiche dosando perfeitamente o convívio de suas imaginações fantasiosas com suas vidas reais.
Agora, o fetiche quando somado a perfis de atitudes agressivas e ameaçadoras, em hipótese alguma pode discriminar todo um grupo de adeptos de forma generalizada. São casos isolados, que complementam, ou não, constatações graves de desvios psiquiátricos.

Mas para finalizar, volto a falar sobre demais manchetes de podolatria que carregam consigo as citações nos boletins de ocorrência, lembrando alguns casos que chegam a ser criativos e apesar de invasivos, nem sempre dá para considerá-los ameaçadores. Por exemplo, em Washington, um estudante de psicologia circulou pela universidade dizendo que fazia um estudo para leitura de pés, assim como se faz com a leitura das mãos. Durante 5 anos ele abordou suas colegas em seus dormitórios ou na biblioteca do campus, tocava nos pés de inúmeras delas, alegando sua pesquisa, até que foi denunciado, foi detido e confessou que nunca existiu o tal trabalho acadêmico.

Já em Paris, (recentemente, 2011) um homem de 42 anos iniciou uma tática de abordagem curiosa. Ele aguardava na estação de trem as moças que chegavam atrasadas e acabavam perdendo o último trem do dia. Então ele se aproximava e oferecia sua casa, com quarto e cama para que a viajante pudesse aguardar o trem do dia seguinte. Antes de dormirem ele iniciava sua conversa sobre ser um massagista admirador de pés e não demorava em massagear e beijar os pés de suas hóspedes, chegando até a iniciar sessões de masturbação (footjob) com o consentimento delas. No dia seguinte ele retornava as moças para a estação e tudo acabava bem. No entanto algumas moças o denunciaram e a coincidência das histórias gerou abertura de inquérito e o homem teve de apresentar testes psicológicos junto com sua defesa.

Aqui no Brasil, tem também a história do ladrão que andou invadindo casa de moças solteiras para roubar, mas junto ao delito aproveitava para amarrar suas vítimas e chupar seus dedos dos pés antes de fugir.

Por fim, não recomendo a nenhum podólatra a idéia de avançar etapas desesperadamente, ou promover situações constrangedoras para saciar seu desejo em ver, tocar ou beijar um pé. Ao abordar garotas, amigas ou pretendentes a futuras namoradas, o bom diálogo é a melhor pedida, assim como fazemos antes de dar um beijo na boca. Repito: a coisa toda é bem simples! É certo que, vivendo em sociedade, com a cabeça no lugar, fazer qualquer ato sem o consentimento da outra parte nunca irá gerar bons frutos, ou melhor dizendo, nunca vai dar pé.

PAZ & PÉS
by doug dink

domingo, 22 de maio de 2011

PODO PODE! ENTÃO PEDE.


PODO PODE! ENTÃO PEDE.
by doug dink

Não sei precisar com exatidão quando se começou a falar aqui no Brasil sobre a vontade que muitos homens sentem em beijar pés femininos. Mas sei que durante muito tempo mal se soube dar nome a prática, a tal da podolatria.

Posso começar a relatar o que sei a partir de meados de 1970. Tínha-se em material nacional as publicações do sempre citado Henfil (que era um podo-erótico assumido). Na revista Fradim, seus desenhos já brincavam com a idéia de se perseguir um pé feminino, revelando uma vontade assumida do artista. Por outro lado, era muito difícil achar qualquer tipo de material segmentado sobre o assunto a não ser conseguir algumas revistas adultas estrangeiras que já exploravam o tema. Só que o custo de material importado naquela época era caro. Então eram pouquísimas pessoas que compreendiam seu próprio fetiche de gostar de pés, beijar, cheirar e lamber, sem se sentir uma pessoa diferente com gosto excêntrico, e solitária no mundo.

Falar do assunto então? Isso era raríssimo de acontecer. Se você se abrisse para os colegas, virava gozação na hora. (bulling - coisa que támbém ainda não tinha nome lá nos "antigamentes").
Comentar do assunto para a família, ou pedir uma orientação aos pais? Não, isso não era atitude coerente. Aliás, até hoje, vamos considerar que tudo que envolve intimidade e desejos eróticos, nem sempre é bem vindo de se compartilhar com pai e mãe.
E falar diretamente para a namorada? Noiva? Esposa? Eis um grande e temido risco de estragar a relação. "Imagina? Dizer que quero beijar os pés dela e que me excito dessa forma?".

Pois é, durante um bom tempo, muitos podos enfrentaram dificuldades e adversidades até se sentirem bem com seu fetiche. E olha que a podolatria é uma prática de séculos. Não é inovação moderna. Só que sempre carregou um certo ar de "ousadia", já que a convenção social não dá muita moral ao sujeito que assume o gosto em ficar ajoelhado, curvado e se submetando a idolatrar um pé. Ainda que a simbologia esteja focada na eroticidade da situação, a "maioria" vai enxergar submissão e humilhação sempre que uma boca, lá em cima, se encontre com os pés, lá em baixo.




Foi com a propagação da internet que muita coisa no universo podólatra mudou. Começaram a surgir os sites sobre o assunto (a maioria adultos/pornográficos). Nessa fase eu já posso dar meu testemunho de experiência. Meados de 1995, e que maravilha ter acesso ao material estrangeiro (agora sim de forma mais simples), ainda caro com conteúdos privados, mas com fotos e videos demonstrativos sobre o tema. Para quem quisesse ir além, a moda era experimentar os famosos chats. Muita gente aqui no Brasil, iniciou amizades e relações a dois, descobrindo interesses em comum com o fetiche pelos pés, sem mais temer entrar no assunto, já que pelo computador, podia-se conversar "sem pudores" e sem mostrar a cara, para então ter coragem em correr o risco de ouvir uma resposta aprazível ou não.

O resultado com o avanço de tudo isso (sites de relacionamentos, fóruns de discussão on line, redes sociais, etc) é que nos dias de hoje o preconceito está imensamente menor.

E até quando o assunto é a conduta dos relacionamentos modernos, hoje em dia o correto é você se abrir logo com a(o) parceira(o). Intimidades e preferências específicas já fazem parte da conversa inicial de uma paquera. E o quanto antes você descobrir se sua parceira gosta ou não da mesma coisa que você é melhor.

Uma questão é fato! Mulheres tendem a ceder com fascínio e facilidade em ações e aventuras, por conta do parceiro. Elas logo topam. Elas curtem as inovações e etc. A palavra FETICHE conseguiu se livrar de conceitos subversivos e com esse avanço de moralidade, muitos homens, mulheres e casais de hoje frequentam sex shops e também clubes temáticos ou baladas quaisquer esbanjando um certo ar de "descolados" - dando dicas com gestos, falas e vestimentas de que tendem a oferecer um tanto a mais em seus mixes pessoais de segredos íntimos.

É dentre esses diferentes "mixes" que lá está ela: a podolatria. Uma grande conhecida pelas mulheres do séc XXI. Diferente de antigamente, em que se falava do gosto por adorar um pé e tocá-lo com a boca, e a primeira reação na cabeça delas era: psicopata ou tarado ou doente.

Hoje é bem comum grupo de amigas falando em podolatria ou experiências podólatras que já viveram. Elas falam o de sempre, sobre a tara por sapatos e sandálias e sempre tem aquela que motivada pelo teor da prosa, conta sobre um ex que fazia isso ou aquilo com os pés e os calçados dela. E como foi diferente! E como foi gostoso!

A dose de preconceito, sim, ainda existe quando, de fato, você precisa dizer que gosta de coisas ainda mais específicas, tipo: me pisa com força até marcar; me dá uma meia suada com bastante cheiro e tempo de uso; me deixa lamber e limpar seus pés sujos ... É preciso entender que a podolatria tem suas variações. Seus praticantes possuem cada qual o seu gosto. Tipo de unhas, tamanho do pé, detalhes de forma, cheiro, e uma infinidade de variações de cenas envolvendo pé, boca, sexo e coligados. Mas a fórmula da atração entre seres da mesma espécie, ainda é e sempre será a baseada na máxima: cada pé cansado tem que achar o seu sapato velho que sirva melhor. (e aqui a analogia faz mais sentido do que nunca!).


Concluindo a questão sobre o sinal verde para um bom papo entre casais (um papo com pé e com cabeça). Desde que veio a internet com informações distintas sobre tudo e principalmente sexo e afins, entrar no assunto podolatria já é algo simples e fácil de se fazer. Para quem gosta das variações mais específicas, o ideal é ser franco e ir aos poucos explicando o passo a passo da fantasia que se tem. Mostrar vídeos e fotos do tema sempre ajuda. Depois, curtir juntos as cenas clássicas de uma sessão podo e despertar na parceira a ideia do "tal poder" em se ter um homem aos seus pés.

Não existe receita certa. A receptividade das mulheres sempre será 50% - 50%. Mas repito, a vantagem dos dias de hoje é a facilidade pra se iniciar um diálogo ou no mínimo arriscar um "ataque podo" na hora H.


Nessa hora, muitas coisas vão se misturar na imaginação da sua parceira: o prazer, a situação, e tudo que ela provavelmente já ouviu sobre homens podólatras.

A podolatria a dois, uma vez que se dedica a lisonjear "o feminino" como musa a ser adorada e consequentemente se desenvolve fazendo a musa se sentir satisfeita, vai lhe dar muitos pontos positivos sobre você e sua performance como um "cara especial".

No final da transa, uma surpresa recíproca e pé-gajosa: Você certamente não vai querer largar do pé dela, e ela, não vai querer largar do seu!

:::::::::::::::::::::: texto by doug dink.

sábado, 7 de maio de 2011

A Evolução da podolatria

A Evolução da podolatria

by doug dink

Hoje em dia é graças a internet que esse fetiche ganhou sua merecida fama.

Enfim as portas se abriram e o mundo todo passou a se comunicar e se reconhecer com o gosto comum desse fetiche.

Quantas pessoas finalmente se atraíram e formaram casais felizes unidos pelo gosto e a sábia exploração do fetihce podolatria?

Seja como carinho, como arma de sedução, exploração de zonas erógenas, como reverência ou como fantasia de humilhação... a adoração aos pés pode definitivamente ser considerada como uma "redescoberta" no sec XXI.

Como é bom agregar um elemento novo de excitação em todos nós sem temer as críticas preconceitusas e conservadoras preocupadas em ditar uma postura convencional... e que de forma ignorante muitas vezes taxou de "doentio" a preferência diferenciada. Afinal, diferente por quê? Trata-se apenas de mais uma parte do corpo... o copro como um todo é para se admirar... explorar... usar da melhor forma... assim deveria ter sido... assim deve ser....

São os novos caminhos para corpo e mente...

E toda evolução começa de baixo! 

É também uma Revolução!

Eu vivo no universo desse fetiche há anos... e graças a facilidade da propagação criada pela internet o assunto "podolatria" ficou bem claro para as mulheres e também para muitos homens que passaram a acetiar com mais naturalidade e sem receios o gosto por pés femininos.
Pegando tempos de 10 anos atrás, o fetiche era tão tabu quanto falar de sexo nos anos 40. Era visto como bizarrice. Sofria preconceito sim. Poucas mulheres sabiam dar valor a isso, e muitas escodiam gostar da preferência porque parecia "absurda" a idéia de querer ter um homem (no estilo companheiro/pai de família) que se sujeitasse a ficar aos pés da mulher.

Hoje, as mulheres já sabem do que se trata, já ouviram dizer ou possuem algum amigo ou ex namorado que comentou. A mídia passou a explorar o assunto em novelas e hoje, o beijo no pé em cenas de amor dos filmes e seriados é até clichê. - pode reparar. Se o casal principal da trama vai enfim ter sua primeira noite nos lençois, a câmera percorre toda a cena iniciando com demorado close nos pés, até que o parceiro homem gentilmente beija os pés da amada em meio a massagens, iniciando o ritual dos 'amassos" mais calorosos - metaforicamente, o beijo no pé feminino é o pedido de permissão para se ter a mulher por inteiro.
Clique para ver o acervo completo de fotos e videos de pés.

Hoje muitas mulheres fazem questão de se relacionar com podólatras porque sabem que seus pés possuem zonas erógenas que, se exploradas devidamente, estimulam e facilitam na hora do sexo. Há também as mulheres que aprenderam valorizar os pés como sedução. Elas já sabem que o pé bem cuidado é uma arma poderosa. Cada sapato e cada sandália que elas possuem não são mais fruto apenas do fetiche impulsivo de compra que as mulheres costumam ter. A coleção de calçados faze parte do fetiche da provocação... - Quantos homens não vão adorar estar debaixo daqueles saltos!??

E as tatuagens? Tornozeleiras? Enfeites e mais enfeites, e os gastos com pedicure proporcionam resultados muito além do esperado. Se seus pés estão sedutores e você encontra um podólatra destemido em sua noite, tenha certeza que será abordada e elogiada pelos pés.


Quer mais? Conecte-se na rede e não tenha medo de fazer uma PÉSquisa. Veja por exemplo nas redes sociais: são milhares de membros (homens e mulheres) que participam em comunidades e grupos sobre o assunto. Pessoas dispostas a compartilhar e conhecer mais sobre esse universo. Ou então jogue no google os termos em inglês "foot worship" "feetslave" "feetgirl" "trample" entre outros.
Moral da história: Podolatria é um fetiche mundial gigantesco. Há sites sobre o assunto em todas as suas variações. E muitos internautas e adeptos do fetiche sempre a es-PÉ-ra de mais e mais novidades. Sites adultos que exploram a excitação dos homens por essa parte do corpo feminino e sites de carater informativo e também ilustrativos com diversas fotos dos pés de mulheres famosas e anônimas que exibem com muito orgulho as suas pé-rolas.


by doug dink


quarta-feira, 4 de maio de 2011

Notícias sobre podolatria. Coletânia 1


Quase todo mundo tem fetiche, mas não assume…

No dicionário, fetiche significa adorar um objeto que simboliza a pessoa amada.
Em nossa reportagem, o “objeto” é uma parte do corpo: os pés.

Porque os pés femininos fascinam tanto?
Talvez a origem de tudo se confunda com a própria história da roupa ao longo dos séculos. Se a gente pensar que a vestimenta de antigamente cobria tudo e mais um pouco, dá para imaginar a comoção que foi quando as mulheres passaram a usar roupas que revelavam os pés?

Isso pode ter contribuído para que, até hoje, essa parte do corpo seja carregada de significado erótico.  E você sabe o que é um podólatra? Essa palavra não consta no dicionário, ou seja, não existe na língua portuguesa. Mas, na Internet, e na imaginação dos amantes de pés…


Em conversas descontraídas com amigas, algumas mulheres descobriram que já tiveram namorados obcecados por seus pés, o que gerou situações constrangedoras…
Por causa dessas histórias, elas resolveram criar uma comunidade na Internet chamada: “ele gosta de pés”.

Alguns podólatras admitem que dispensam mulheres que tenham pés feios. Ou seja, os pés podem ser mais importantes que o rosto e o corpo. Dá para acreditar?

Mas, o que vem a ser um pé feio na opinião dos homens? Cada um tem uma definição diferente…

E o que define que alguns homens tenham fetiche por pés e outros não? Na opinião do psicólogo Oswaldo Rodrigues Jr., a explicação tem um nome: condicionamento. É algo que pode ter origem na infância.

“O homem pode ter tido, durante a infância, experiência positivas com os pés; os pés passaram a ser vistos/associados com coisas bonitas. Então, ele passa a associar isso ao prazer sexual.”, destaca.  O significado dos pés vai além. Tem gente que acredita que eles sejam um reflexo de todo o corpo. Segundo a reflexologia, existe um ponto específico no pé para cada órgão do corpo. Pressionando o ponto, o reflexologista sabe se o órgão está com problemas ou não e trata comprimindo os pontos doloridos. Problemas físicos e psicológicos podem ser solucionados com essa técnica.


O reflexoterapeuta Osni Tadeu Lourenço* confessa que, o que mais chama a atenção, é o formato e a posição do dedo. O dedo magro indica que a pessoa demora mais para sentir ou para esquecer; um dedo mais gordinho é porque está cheio de emoção; significa que a pessoa é muito amorosa; já os compridos são pessoas que guardam mais ressentimento do que as de dedo curto; os dedos curtos representam que a pessoa simpatiza e antipatiza logo de cara com os outros; são pessoas explosivas (mas essa explosão dura pouco).

* Osni Tadeu – Presidente e Fundador da Associação Brasileira de Reflexologia e Terapias Afins
Fonte: Site Mais Você – Rede Globo.

Várias partes do corpo feminino atraem o desejo masculino. No entanto, para os podólatras, o que importa são os pés. “Pés bonitos me cativam e me instigam a querer mais a mulher. Acho que um pé bem cuidado é sinal de que ela é toda cheirosa, toda delicada”, explica o estudante de administração João Paulo Yaia, fã desta pequena parte do corpo feminino.

Para agradar esses aficionados, os pés sensuais devem ser pequenos, estar bem feitos, limpos, cheirosos, sem calos e frieiras. Poucos sabem, mas o pé possui muitas terminações nervosas, colaborando para que a pessoa sinta prazer quando ele é tocado ou acariciado.

Segundo a personal sexy trainer Fátima Mourah, colunista do Vila Dois, além do fetiche por pés, os homens são atraídos por sapatos e tudo o que os envolve. Para eles, os calçados são como roupas. Uma sandália sensual pode ser comparada a um decote, por exemplo. “O calçado influencia muito, principalmente o scarpin.

A podolatria é um dos maiores tipos de fetiches dos homens. Eles reparam em tudo. Adoram chupar os dedos, beijar os pés. É uma fantasia”, afirma Fátima.

A estudante Lorelay Mendes de Carvalho, de 19 anos, namorou um típico adorador de pés por um ano e oito meses. Ela conta que redobrou seus cuidados com os pés para agradá-lo. “Ele reparava bastante nos meus pés e sempre comentava se via um pé feio ou bonito, mesmo se fosse de uma amiga minha. Ele elogiava os meus e vivia dizendo que os da ex dele eram horríveis”, afirma.

Alguns homens assumem sua queda por pés femininos, mas não se denominam podólatras. Para muitas pessoas, a paixão por pés é considerada quase um ato pornográfico. Talvez por isso, a internet seja um ponto de encontro para esses apaixonados. Em chats ou páginas de relacionamentos, eles não precisam revelar sua verdadeira identidade e deixam a timidez de lado.  André S.*, de 36 anos, é um podólatra assumido. O jornalista confessa que já se relacionou com mulheres por achar seus pés bonitos e também dispensou outras por terem pés feios. Participante de uma comunidade sobre pés femininos em um site de relacionamentos, André já saiu com algumas mulheres que conheceu virtualmente por conta da beleza dos seus pés. O podólatra prefere unhas claras e adora sandálias. “Não gosto de unhas coloridas, pois acho vulgar. Percebi há tempos que as mulheres cuidam mais dos pés e usam sandálias mais abertas, ousadas, fazem tatuagens, colocam anéis, tornozeleiras. Aquelas coisas que enlouquecem os podólatras”, observa.


Apesar de ainda ser um tabu, aparentemente tanto as mulheres como os homens estão mais abertos ao assunto. Existem até festas específicas para este fetiche, em que os podólatras literalmente viram tapetes paras as mulheres.

André admite que não fala às suas parceiras sobre sua queda. “Só abro o jogo quando peço para massageá-las ou elas pedem. A maioria adora essa preferência! Em uma ocasião dessas, já me deparei com joanetes, calos e bolhas. Claro que não gostei, mas isso não tirou meu desejo sexual”, conta o jornalista.

Pés são a tara de um em cada três homens. Mas poucas são as mulheres que sabem reconhecer um amante dessa zona erógena. Para que você aproveite todo o potencial das suas bases, reunimos informações bem calçadas.


Cinderela

Você sabe por que à meia-noite, quando o encanto se desfez, os sapatos de cristal da Cinderela (e só eles) não desapareceram? Puro fetichismo, querida. A história original, contada pela primeira vez 1 200 anos atrás, na China, estava mais para literatura erótica criada por um povo que já associava pés femininos com sensualidade. E sabe por que virou lenda infantil sem que ninguém estranhasse? No fundo, todos nós achamos a fissura por pés uma coisa natural; inconscientemente acreditamos que têm mesmo tudo a ver com sexo. Quer ver só?

Beijar, lamber, morder…

Pare e pense: se sapatos femininos não fossem acessórios eróticos, atitudes aparentemente sem sentido – como a do casal João e Beatriz Vidal, ambos de 30 anos, que já beberam champanhe em escarpins recém-comprados – não pareceriam excitantes. Assim como muitos homens não perderiam o “ânimo” diante de uma deusa… de pés desleixados. Tiago Moraes, de 25 anos, é um deles. Jura que não conseguiria transar nem com a Jennifer Lopez se tivesse tal falha. Exagero? Especialistas calculam que cerca de 30% da população masculina do planeta sente igual fascínio. Então, há boas chances de você se envolver com um sujeito que a coloque num altar só para poder beijar, lamber, morder essa parte do seu corpo. “É UM CARINHO diferente”, fala Renata Rode, de 29 anos. “A primeira vez que pintei as unhas de esmalte quase branco e coloquei uma sandália prata para ir a um casamento, meu namorado ficou maluco. Assim que saí do quarto, veio direto beijar meus pés. Outro dia, massageava-os enquanto eu conversava com uma tia à beira da piscina. Até depois de uma corrida, tira meu tênis, as meias e mima-os. Acho isso louco, mas gosto.”

Dedos mais desejáveis que seios e bumbuns
Talvez você também estranhe a princípio, mas não há com que se preocupar. Um namorado que delira mais com seu tornozelo do que com aquilo que você tem dentro da calcinha não é nenhum depravado. Caio Perez, de 24 anos, cansou de levar bronca da mãe porque desde menino tirava os chinelos da prima mais velha para beijar-lhe os pés. Adiantou? Nada! Agora, o que o deixa louco são sandálias de salto agulha e unhas pintadas de vermelho. A cor do esmalte não é unanimidade entre esses amantes, mas o formato do salto, sim. Quanto mais alto e fino, mais alonga a perna, empina o bumbum e torna o andar sinuoso e sexy. Além disso, pés nas alturas parecem menores, delicados, frágeis.
Tamanho importa – para menos
Embora existam doidos por tamanhos de 38 para cima, a maioria se amarra é no 35. Não por acaso, ao longo da história as mulheres calçaram instrumentos de tortura, como as sapatilhas chinesas: tinham em média 8 centímetros e, para usá-las, as meninas enfaixavam os pés desde a infância. No Ocidente, foi o surgimento do salto alto, levado para a corte francesa por Catarina de Médicis em 1533, que instigou o mulherio a sacrifícios. Mergulhava os dedinhos em travessas cheias de gelo para conseguir entrar em bicos estreitíssimos; e beldades da Veneza medieval caminhavam apoiadas em bengalas, única forma de se equilibrar sobre as plataformas que as tornavam 20, 40, às vezes 60 centímetros mais altas.

Por que ser fã de sandálias
Elas ganham de dez a zero em matéria de calçado ideal para seduzir (botas são as preferidas de fetichistas com tendência sadomasoquista, o que já é outra história). Tanto que Afrodite, a deusa grega do amor, era freqüentemente representada nua, usando apenas um par delas. Eterno símbolo de sedução, sandálias sempre atraíram olhares de desejo – ainda mais as folheadas a ouro das cortesãs gregas, com tachinhas na sola, que imprimiam o convite “sigame” no chão por onde caminhavam, e as de dedo feitas de papiro e couro cru que as egípcias ricas adornavam com pedras preciosas. Um luxo só!

O cinema também tem cenas clássicas de podolatria. O filme “Um drink no inferno”, tem uma delas: Se quiser assistir, veja o vídeo clicando aqui:

Os homens que se rendem a seus pés


Como é do interesse dos fetichistas assumidos que você os reconheça, os próprios deram pistas de quem são:

1. Começam as preliminares pelos pés.

2. Quando conhecem você, olham logo para baixo (e não é por timidez).

3. Fazem “sexo oral” em seus dedos, explorando com a língua o espaço entre eles.

4. Ficam ouriçados com o roçar da ponta do seu pé no corpo deles.

5. Adoram espiá-la pintando as unhas e palpitam na cor.

6. Percebem quando você está de sandália nova e lembram a que usava no primeiro encontro.

7. Curtem (e sugerem) todo tipo de enfeite, de tatuagens a anéis de dedo e pulseiras de tornozelo.

8. Não estão nem aí para o fato de seus pés não cheirarem como um roseiral.

Eles são assim, segundo uma explicação científica, porque a região do cérebro que controla o pênis fica perto daquela responsável pela sensibilidade dos pés. Quanto mais próximas estiverem tais terminações nervosas, maiores serão as chances de o homem fazer parte desse grupo. Verdade ou não, uma coisa é certa, e foram os próprios fetichistas que nos contaram: cada tipo de sapato que usamos passa uma mensagem, e é bom você conhecer as principais para saber onde pisa:

Mules de salto significam algo como “Tenho sexo à flor da pele”. Plataformas revelam uma sensualidade irreverente de quem gosta de brincar na vida e na cama. Sandálias de dedo são pura feminilidade. O poderoso stiletto (salto imenso e bico fino) sinaliza que aí vem uma mulher pronta para provocar. Muito cuidado, porém, com ele porque, em Sexual Intelligence, o novo best seller de Kim Cattrall (a Samantha da série Sex and the City), o terapeuta Michael Bader faz uma ressalva: “Com esse tipo, muitos homens acham que podem fazer o que quiserem sem sentir um pingo de responsabilidade”.
Fontes:

MBPress,
Revista Nova,
meianoiteeum.com.br


RODAPÉ

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Publicado por Doug Doug em Sábado, 3 de dezembro de 2016
 
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